

Brigar ou não brigar, eis a questão
Nem todos vão concordar com esta minha colocação, entretanto preciso dizer que estou há décadas observando as pessoas. Refiro-me ao fato de que, nos dias de hoje, as divergências verbais, e até embates físicos, deixaram de ser uma excepcionalidade, e passaram a ser lugar comum.
A coisa mais natural é trocar farpas, inclusive com o auxílio das redes sociais.
Pode ser o resultado automático do que chamamos de urbanização, quando a antiga vida praticamente isolada deu lugar a uma situação onde nas moradias, no trânsito, no escritório, na busca de serviços públicos e no lazer, nos defrontamos com a 'competição'.
Uma derivada disso é a propaganda continuada de que você, para obter os resultados desejados, precisa se impor, fazer valer a sua opinião, questionar e divergir, ou em palavras simples, brigar por tudo e a qualquer instante.
Você tem que 'ser' você, custe o que custar.
Será mesmo?
A realidade na qual milhões e milhões têm quase que uma sub-vida, se arrastando para obter migalhas, indica que algo não está exatamente como deveria ser.
Então, qual seria a resposta?
Alguns podem discordar e não acreditar nesta ideia, mas o grande ensinamento do Filho de Deus diz que não há vantagem em divergir, e se alguém se dispõe a nos privar de algo que é nosso, devemos concordar e nunca brigar.
Aparentemente é uma solução em sentido contrário, mas ela encerra uma verdade, que é o bom resultado da realização das coisas, sem ansiedade, sem raiva, sem prejuízo.
Pense em adotar isso no seu dia a dia, e irá alcançar coisas aparentemente impossíveis, tendo como sua companheira a paz interior.
Deixar a provocação de lado, guardar silêncio ou esperar um melhor momento não são sinônimos de fraqueza. Muito ao contrário, a busca pacífica trará recompensa do alto, e coisas extraordinárias acontecerão.
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Mas os mansos herdarão a terra e se deleitarão na abundância de paz. Salmo 37
Pastor Elcio
Enviado por Pastor Elcio em 12/10/2026
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